Nossos Visitantes

Contador de visitas

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Chega de Reality Shows


A População Sem Vida Própria



Se existe uma coisa que me irrita intensamente é essa bobagem que as emissoras de TV inventaram para ganhar mais dinheiro: os chamados reality shows, aqueles programas em que um monte de gente sem o que fazer fica confinada numa casa disputando uma quantia em dinheiro que (quem diria!) sai do bolso dos espectadores que assistem e ligam semanalmente para tirar ou salvar fulano de tal.
Sobram programas desse tipo na televisão, que existem por causa de pessoas que pensam que podem ficar ricas sem trabalhar duro pra isso, e pessoas que não têm vida própria, por isso precisam sentar no sofá para ver outros sujeitos espertos, igualmente ocupados, indo a festas, participando de provas ridículas e “armando barracos” que só servem para gerar mais audiência.
Os semelhantes se atraem, portanto, penso que quem gosta desses programas também pensa que é possível ganhar a vida sem estudar. É alguém que acha que vai ficar rica e famosa depois de posar nua ou namorar um jogador de futebol. É um indivíduo totalmente dispensável na sociedade, porque provavelmente é alguém que no ano das eleições vai votar “em qualquer um” porque “nada nunca vai mudar”.
É o que mais vejo nas escolas. No início do ano, o assunto de todos os alunos (ou pelo menos a maioria deles) é saber quem vai sair e quem vai ficar no BBB. Que realidade infeliz. É muito triste saber que meus colegas de classe sonham com isso e só vão à escola por obrigação, esquecendo-se de que o estudo público é um direito conquistado depois de muita luta.
Por isso estou falando: é mais inteligente ir dormir, ler jornal, sair de casa, assistir programas para crianças de três anos de idade do que ver uma coisa dessas, que apenas polui as nossas mentes com ideias falsas que a televisão quer vender.

By: Lethycia Dias

sábado, 29 de dezembro de 2012

O Maravilhoso Mundo das Fanfictions


                O Maravilhoso Mundo das Fanfictions




                









Aqui você vai saber tudo sobre uma fanfiction. É um termo inglês que significa ficção criada por fã, e pode ser abreviado como fanfic ou simplesmente fic. São contos ou romances escritos por outras pessoas que não o autor, sem fazer parte do enredo oficial ao qual fazem referência, porém utilizando seus personagens.
Existe uma grande variedade de temas que inspiram fanfics, por exemplo: filmes, livros, animes, mangás, séries, novelas, histórias em quadrinhos, bandas e até celebridades do nosso mundo.
Um autor de fanfic é chamado Fictor.
Há muitos sites e blogs para fanfictions, cada um com suas próprias regras. Entre eles, estou citando apenas alguns:
Em cada tema para as fanfics, há uma diversidade enorme de gêneros, tais como
- Cross Over: onde se misturam universos totalmente diferentes, ex.: Pokémon/Digimon, Harry Potter/Star Wars.
- Darkfic: abundante em cenas depressivas, sombrias e angustiantes.
- Deathfic: onde pelo menos um personagem principal morre.
- Hentai: cenas de sexo explícitas.
- Lime: contém cenas de sexo explícitas, em casais homossexuais ou heterossexuais.
- Original: fic em que todo o enredo e personagens foi criado pelo autor.
- Oneshot: uma fanfic que contém apenas um capítulo.
- Songfic: - a história segue acompanhada pela letra e/ou tradução de uma música, como se fosse uma trilha sonora. Geralmente são dramáticas, e do tipo Oneshot.
Um dos termos muito utilizados em fanfics: Ship, um casal romântico que pode ou não existir no enredo original. Shippers são os fãs desses casais.





By: Lethycia Dias


domingo, 23 de dezembro de 2012

A Música Que Ninguém Ouviu

Descobrimos essa música num MP3 do meu pai. Por incrível que pareça, ela não estava disponível para ser ouvida ou baixada em lugar nenhum na internet. Então gravamos a música no computador, fizemos um vídeo que está disponível no YouTube, e vamos colocá-la aqui, com a letra:



Mas, Quem Diria - Paula Hunter



Acordei tão só
Me senti feliz
De não ter que explicar
Prá onde que eu fui
O que foi que eu fiz
Eu tô bem melhor assim
Eu pensei que ia ser bem pior
Mas, quem diria
Eu não morri...

Eu estou aqui
E tô querendo mais
Agora eu quero
É muito mais
Não quero nem saber
Se já passou das duas
Agora é cada um na sua
Eu pensei que ia ser bem pior
Mas, quem diria
Eu não morri...

Nunca mais
Vou deixar de viver
Minha vida
Por causa de ninguém
Agora eu aprendi
Primeiro venho eu
Depois você
Nunca mais
Vou deixar de viver
Agora eu quero tudo
E não quero nem saber
Hoje eu sou assim
Primeiro eu penso em mim
Depois quem sabe
Até um dia desses
Eu penso em você...

Eu tive que sair
Mas depois do sinal
Favor deixar seu recado
Que eu tô por ai
Fazendo o que eu não fiz
Enquanto eu tava do teu lado
Eu pensei que ia ser bem pior
Mas, quem diria
Eu não morri...

Nunca mais
Vou deixar de viver
Minha vida
Por causa de ninguém
Agora eu aprendi
Primeiro venho eu
Depois você
Nunca mais
Vou deixar de viver
Agora eu quero tudo
E não quero nem saber
Hoje eu sou assim
Primeiro eu penso em mim
Depois quem sabe
Até um dia desses
Eu penso em você...(2x)

Acordei tão só
Me senti feliz
De não ter que explicar
Prá onde que eu fui
O que foi que eu fiz
Eu tô bem melhor assim...


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Janela dos Olhos


Janela dos Olhos



Janelas tem algo mágico:
Pela janela que olho agora
Vejo um céu azul
E uma construção que vigora.

A vida é uma casa,
De compridas paredes amarelas:
Em cada parede, dos quatro lados,
Se estendem um montão de janelas.

Tem gente que numa delas,
A que aponta para o sul,
Vê uma revoada de pássaros
Num céu límpido e azul.

Outros rostos sem sorriso
Veem nas janelas do norte
Nada além de um mundo cinza
No choro da chuva forte.

Há quem veja em sua janela,
O olhar cansado e sofrido,
Nada de importante,
Um vazio sem sentido.

Em outras janelas se vê
Uma vitória vigorosa
Em cada diz conquistado
Com luta corajosa.

A casa, a janela dos olhos,
Lembranças de como enxergamos
O mundo ao redor
E a vida que levamos.

É que cada um tem sua janela,
Vê desse ou daquele jeito
E fora da casa, para alguns,
O mundo pode ser perfeito.

Lethycia Dias
Goiânia, 29 de outubro de 2012

Os 13 Porquês


Os 13 Porquês – Livro Maravilhoso!






































Sei que fiquei um tempo afastada. Mas de repente me lembrei que tinha uma coisa a compartilhar com todas as pessoas que lêem este blog, ou simplesmente passam pela página por acaso. Dessa vez é pra falar de um livro que considero uma leitura fundamental hoje em dia, porque se trata de algo que nós todos deveríamos aprender.
Se ele chegou às minhas mãos, foi porque eu precisava dele, afinal, não acredito em coincidências. Ele veio numa caixa com muitos outros livros, que uma tia estava me dando. Separei os que me interessavam, e ele quase foi parar na pilha dos que não. Mas a capa de chamou a atenção, e li o resumo atrás. Aí pronto: me apaixonei pela história, antes mesmo de ler. E hoje estou aqui para divulgar essa obra eu infelizmente é desconhecida aqui no Brasil. Aqui vai um pequeno resumo, escrito por mim mesma:

Hannah é nova na cidade, e também na escola. Uma pessoa inventa uma história a seu respeito, e todos acreditam. Assim, sua reputação de espalha dentro e fora da escola, e com o passar do tempo – sempre com novas histórias falsas surgindo – Hannah fica deprimida pela forma como as pessoas a tratam, e por fim decide tirar a própria vida, por overdose de remédios.
Duas semanas depois, Clay, um garoto que era apaixonado por ela, recebe em casa um pacote sem remetente: uma caixa de sapatos contendo 7 fitas cassete. Ele ouve o primeiro lado da primeira fita, e se espanta: a voz de Hannah diz que ali naquelas sete fitas, em cada um dos lados, estão os treze motivos que a levaram a tirar a própria vida. Cada lado de cada fita contém uma história, sobre algo que alguém fez a ela.
Citando as palavras da própria Hannah, no livro, aqui está:
Espero que vocês estejam prontos, porque vou contar aqui a história da minha vida. Mais especificamente, por que ela chegou ao fim. E, se estiver escutando estas fitas, você é um dos motivos. Não vou dizer qual fita tem a ver com sua participação na história. As regras são bem simples. São só duas. Número um: você escuta. Numero dois: você repassa. Espero que nenhuma delas seja fácil para você

Segundo Hannah, Clay foi um dos motivos para que ela se matasse, mas ele não faz idéia do que fez com ela. E se não escutar as fitas e passá-las para a próxima pessoa da lista, alguém revelará as fitas em público, para que todos fiquem sabendo o que realmente aconteceu com Hannah. E ao ouvir todas as fitas, Clay descobre o quanto é importante pensarmos na forma que as pessoas vão se sentir quando fizermos ou falarmos alguma coisa sobre elas.

Não vou dizer aqui o que é contado em cada fita, ou como termina o livro, mas posso adiantar que Clay – assim como o leitor – leva essa lição pro resto da vida. Toda ação tem uma reação. Tudo o que fazemos tem uma conseqüência, e isso se reflete nas pessoas. Ninguém imaginava que Hannah se sentiria assim, nunca passou pela cabeça deles que ela se importaria, que ficaria deprimida por causa do que falavam. Mas é assim. Temos mesmo que pensar que as pessoas têm sentimentos, e podem ficar magoadas com algo que falamos ou fazemos. Nunca sabemos pelo  que a pessoa está passando.
E, como eu já disse antes, qualquer um que lesse pensaria muito mais sobre a vida e as pessoas ao seu redor se lesse o livro. Eu li, aprendi a lição e indico a todos. Creio que espalhar essa mensagem seja uma espécie de missão para qualquer que tenha lido.
Não sei a disponibilidade do livro em livrarias, mas sei que ele pode ser baixado no seguinte endereço:


É preciso ter uma conta no site para baixar, mas é totalmente seguro, e é o único site onde consigo baixar livros em PDF.
Para quem quiser ir atrás, desejo uma boa leitura, e que encontre sempre pessoas dispostas a entender uma verdade tão grande quanto essa. Não é apenas um livro sobre uma garota que sofre bullying. É uma lição de vida, algo que devemos trazer para o nosso dia-a-dia, que devemos praticar com todos: ter mais um pouco de sensibilidade à dor alheia, porque hoje em dia, estamos precisando.

By: Lethycia Dias