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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Lixo mal-destinado

Outro dia me dei conta de que um dos maiores problemas do Brasil é o lixo, seja doméstico, hospitalar ou industrial. Em todos os casos, não é tratado de forma adequada, salvo raras exceções. Quando pensamos nisso, tudo o que nos lembramos é de uma montanha de massa orgânica (ou reciclável) em decomposição, rodeada por urubus, e remexida a todo momento por cães em busca de comida ou catadores de lixo em busca de algo que possam separar para reaproveitamento, como forma de renda.




É difícil encontrarmos um lugar onde todo o lixo produzido em zonas urbanas e rurais seja realmente bem destinado.
Recentemente, uma grande crise na coleta de lixo causou graves transtornos em Goiânia. Em alguns bairros, os caminhões da coleta passavam apenas uma vez por semana; em outros, não havia um dia determinado; em outros ainda, chegaram a ficar semanas sem passar sequer uma vez. O lixo se acumulava em montes de sacolas nas ruas da cidade, na periferia e no centro, atraindo cães de rua, ratos, baratas e outros animais, oferecendo risco à saúde das pessoas. O mau cheiro incomodava, e em muitos lugares, os moradores levavam seu lixo a terrenos baldios os queimavam os detritos. Sobre isso, o site do Jornal Opção explica as razões que levaram a capital de Goiás a isso.







Lixo mal-destinado não é um problema fácil de se ignorar. Entretanto, também não é impossível de se resolver.
Semana passada, assistindo a uma série de reportagens já um pouco antigas do Jornal Nacional, de mais ou menos quatro anos atrás, me surpreendi com algumas iniciativas bastante criativas e até mesmo ousadas para a distribuição do lixo e sua reciclagem em outros países. Coisas inovadoras, que ainda não nos atrevemos a imaginar, já estão sendo feitas em outros lugares, enquanto aqui ainda temos os terríveis lixões.
Por exemplo, que tal recolher os metais de celulares descartados pelas pessoas e usá-lo na fabricação de celulares novos? O Japão, um dos países que mais produzem lixo eletrônico, já faz isso!
Para uma coleta seletiva eficiente, não seria melhor se o lixo fosse até a coleta, ao invés de a coleta ir até o lixo? Isto já é uma realidade na Espanha!
Decidi apresentar essas e outras ideias nos vídeos abaixo, disponíveis tanto no Youtube, quando no site do Jornal Nacional.

- Barcelona - Espanha


Também disponível em http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/05/barcelona-usa-sistema-subterraneo-para-descartar-lixo.html

- Japão 




- Nantucket - Estados Unidos


Achei as iniciativas incríveis. Infelizmente, enquanto coisas assim acontecem no resto do mundo, tudo continua igual no Brasil, as coisas por aqui evoluem pouco em quase nada em setores bastante desenvolvidos em outros países. Devemos divulgar ideias desse tipo, porque assim, como uma pessoa otimista, vou poder acreditar que no futuro não veremos mais imagens como essas:






sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Vizinhança Suja

Moro num bairro afastado do centro de Goiânia, um bairro que até alguns anos atrás ainda não tinha ruas asfaltadas, e ainda tem muitos problemas a serem resolvidos. Um deles é a sujeira sempre presente nos lotes vazios. É um bairro jovem, ainda há casas sendo construídas, e lotes vazios, e nesses lotes que ainda não estão cercados com muro ou portão, os moradores jogam seu entulho, como móveis velhos, restos de construção, e todo tipo de coisa que não pode mais ser aproveitada, atraindo bichos como cães de rua e ratos. Nestes lotes vazios sempre há mato, que cresce e chega a ficar da altura das casas quando chove. Estes dois graves problemas incomodam os moradores e prejudicam sua saúde e segurança, porque além de o lixo de ser propício a doenças, o mato alto - altíssimo - também serve de esconderijo para bandidos.
Por isso, fiz dois vídeos mostrando minha vizinha.
Este, com a queima de lixo atrás da escola onde estudo:



E este, com o mato alto e o lixo, disponível no YouTube, a partir deste link:



terça-feira, 28 de agosto de 2012

Um Triste CEDEC

Não há quem não goste de ir ao clube com a família, tomar sol e dar um bom mergulho na piscina. Às vezes o programa inclui um churrasco, e o melhor dia para isso é o domingo, dia que a grande maioria dos brasileiros tem para descansar. Mas o que fazer quando em plena manhã de domingo, e no meio das férias de julho, o clube não está preparado para receber os associados?
Lixo e bebidas no chão ao redor das piscinas, nenhum funcionário na portaria, banheiros sujos, salão de jogos fechado há anos.
Foi assim que eu e minha família encontramos o clube CEDEC, da ASEFE na última vez em que o visitamos, no dia 15 de julho de 2012. Digamos que o clube CEDEC costumava ser uma boa lembrança de infância, já que o frequentamos desde que me lembro, mas teve dias melhores. Sinceramente, o fim de semana poderia ter sido melhor se os funcionários tivessem chegado mais cedo e limpado toda a área antes da chegada dos visitantes, que queriam apenas passar o dia se divertindo sem nenhuma preocupação.
E não é de hoje que isso vem acontecendo. O clube vem sendo mal administrado, e as reclamações dos associados ignoradas, há muito tempo.
Estes e outros problemas são flagrados no vídeo do link abaixo, disponível no YouTube:



O vídeo foi feito e postado por mim, na esperança de que outros associados do clube, e também moradores de Brasília, assistissem, e ficassem cientes do estado do lugar, para que assim a direção tomasse as providências necessárias.

By: Lethycia Dias