Nossos Visitantes

Contador de visitas
Mostrando postagens com marcador Goiânia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Goiânia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Polêmica: Os Protestos Pela Redução da Tarifa de Ônibus em Goiânia




Mais um protesto contra o aumento da tarifa cobrada pelas empresas de ônibus foi realizado nesta quinta-feira, 06 de junho, em Goiânia (GO). Agora, o manifestantes - em sua maioria estudantes - desejam que o aumento do último dia 22, de R$ 2,75 para R$ 3,00, seja cancelado, por ser abusivo. Entretanto, os próprios manifestantes também têm se excedido. Creio que em sua euforia de lutar por um direito, estejam cometendo excessos.
Quando houve o primeiro protesto, antes do aumento da passagem ser declarado, os alunos da minha escola, o Colégio Estadual Parque dos Buritis, foram convidados por um estudante da UFG a participar da manifestação, que deveria ser pacífica. Extremamente entusiasmada com a ideia de pela primeira vez manifestar minha cidadania, eu só não participei do protesto porque precisava fazer uma prova, e o protesto aconteceu justamente durante o meu horário de aulas. O que me deixou decepcionada depois, foi o fato de saber que o protesto "pacífico" e "seguro" do qual eu pretendia participar resultou em confronto armado com a polícia. E realmente esta situação decepcionante vem se repetindo desde então.
Vemos nos jornais notícias de novos protestos, que resultam todos na mesma coisa: queima de pneus, repreensão, agressões, violência.
Será que não há uma forma diferente de expressar essa insatisfação com o aumento da passagem? Eu entendo que a população, quando encontra-se insatisfeita com algo, deve manifestar sua opinião de alguma forma, mas isto não precisa necessariamente terminar dessa forma.
Talvez o que está errado seja a forma como a polícia vem encarando estes protestos. Sim, claro, os estudantes fecham avenidas importantes, impedindo o trânsito e atrapalhando as pessoas, mas esta é a forma da qual se utilizam para chamar a atenção das autoridades. No último protesto, realizado ontem, a polícia interferiu para "garantir o direito de ir e vir" dos milhares de pessoas que precisavam utilizar a Avenida Anhanguera, uma importante avenida que cruza a capital goiana de um lado ao outro. Entretanto, é necessário compreender que expressar uma opinião, mesmo incomodando os outros, também é um direito dos manifestantes.
O que acho realmente interessante é que esta parcela insatisfeita da população não é ouvida, e acaba ficando mal vista perante a sociedade, ganhando a fama de arruaceiros. Por outro lado, os motoristas de ônibus, que exigiam aumento salarial foram atendidos em apenas alguns dias, porque milhares de pessoas precisam dos ônibus, e uma greve relacionada ao transporte público de uma cidade afeta toda a sua população. Entretanto, as empresas de ônibus não necessitavam aumentar a passagem que pagamos para depois acrescentar o aumento salarial de seus funcionários. O que as empresas queriam realmente era garantir o seu lucro, sem se importar minimamente com a opinião dos usuários do transporte público, que não é bom.
Não, isso está errado. Um estudante ou trabalhador, que depende de condução para chegar à escola, à faculdade ou ao seu local de trabalho e exerce seu direito de exigir um transporte digno e barato não é um arruaceiro. Os protestos foram abusivos, sim, mas a polícia também o foi em repreendê-los.






Apenas espero que o próximo protesto, se houver, não se exceda tanto, nem seja reprimido de forma tão violenta.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Vizinhança Suja

Moro num bairro afastado do centro de Goiânia, um bairro que até alguns anos atrás ainda não tinha ruas asfaltadas, e ainda tem muitos problemas a serem resolvidos. Um deles é a sujeira sempre presente nos lotes vazios. É um bairro jovem, ainda há casas sendo construídas, e lotes vazios, e nesses lotes que ainda não estão cercados com muro ou portão, os moradores jogam seu entulho, como móveis velhos, restos de construção, e todo tipo de coisa que não pode mais ser aproveitada, atraindo bichos como cães de rua e ratos. Nestes lotes vazios sempre há mato, que cresce e chega a ficar da altura das casas quando chove. Estes dois graves problemas incomodam os moradores e prejudicam sua saúde e segurança, porque além de o lixo de ser propício a doenças, o mato alto - altíssimo - também serve de esconderijo para bandidos.
Por isso, fiz dois vídeos mostrando minha vizinha.
Este, com a queima de lixo atrás da escola onde estudo:



E este, com o mato alto e o lixo, disponível no YouTube, a partir deste link:



sábado, 3 de novembro de 2012

13° Pensar


13° Pensar


Selecionados por todos os professores como excelentes alunos, eu e mais 39 alunos co Colégio Estadual Parque dos Buritis fomos no dia 3 de outubro ao primeiro dia de exposições do 13° Pensar, no Centro de Convenções de Goiânia. Nossa escola não tinha um projeto ou trabalho para exibir, mas estar lá já foi uma grande experiência.

Muitas escolas apresentavam grandes trabalhos de reciclagem que mais pareciam obras de arte, como:

• Um dinossauro feito em papel marchê e garrafas pet;


• Um vestido de noiva feito de sacolas plásticas;





• Um grande flamingo em papel marche e garrafas pet;

• Um lindo vestido feito só de jornal e cartões telefônicos;



• Bancos e vasos de plantas em garrafa pet;

















• Um autêntico ipê amarelo em vários materiais;



 


• Uma reprodução da Monalisa de da Vinci feita a partir de um rolo de fita-cassete;



• E vários animais do Cerrado empalhados, produzidos com revista e jornal, que pareciam reais.


























E não era só isso. Havia mais um monte de trabalhos de reciclagem que fiquei me perguntando como e em quanto tempo foram produzidos, e por quantas mãos não só talentosas, mas também caprichosas.

 

 

















 



 







 















Havia trabalhos de arte: isoporgravura, e lindas telas saídas das mãos de alunos, tão detalhadas que não resisti a tirar fotos ao lado de algumas delas.




































































































































Certa escola tinha o projeto de fazer uma horta.

























 Os alunos do Colégio Militar tinham robôs movidos a controle remoto. Havia também stands onde os alunos recebiam orientações sobre saúde, higiene e segurança, e uma rádio que só tocava música de qualidade.


Mas se houve uma coisa que encantou a mim e à minha amiga Adriana, foi o stand que exibia e vendia diversas caixas de madeira, pintas e decoradas em decoupage, cada uma mais linda que a outra.







































Foi um dia divertidíssimo, e só paramos na hora de lanchar. Valeu a pena ser estudiosa e tirar boas notas!

By: Lethycia Dias